Conheça o tecido antiviral que protege do novo coronavírus

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A indústria têxtil acompanha as movimentações sociais, entendendo as novas necessidades e proporcionando soluções para as demandas. O tecido antiviral é um exemplo disso. 

Ao sair de casa, as pessoas estão expostas a diferentes tipos de micro-organismos, como bactérias, vírus e fungos. Apesar de nem todos serem nocivos à saúde, alguns podem infectar o organismo, causando doenças. Nesse sentido, os tecidos inteligentes antimicrobianos atuam como uma barreira de proteção mais eficiente.

O que é o tecido antiviral?

O tecido antiviral é aquele que protege da infecção de vírus. Quando uma peça apresenta essa característica, significa que o micro-organismo que estiver em sua superfície será neutralizado, diminuindo seu poder de infecção e evitando doenças.

Desse modo, a roupa antiviral se torna uma barreira protetora. Isso é possível por causa da adição de aditivos específicos na fibra que forma o tecido. Outro exemplo similar do avanço da tecnologia têxtil é a roupa antibacteriana, que evita a proliferação de bactérias.

Como funciona a tecnologia

A Insider, marca referência em roupas tecnológicas, desenvolveu artigos com propriedades antivirais. Para isso, foi criada uma formulação com a presença de nanopartículas de prata estabilizadas. Quando a prata é reduzida em escala nanométrica, seu poder germicida aumenta.

Assim, a fórmula tem a capacidade de neutralizar e inibir o crescimento de 660 tipos de micro-organismos. Portanto, os itens da marca são funcionais contra os vírus, mas também impedem a proliferação de bactérias.

Entre os vírus testados, está o novo coronavírus. Então, utilizar os produtos antivirais da Insider é uma maneira de prevenção contra a COVID-19.

Na prática, ter uma peça com tecnologia antiviral e antibacteriana significa diminuir as chances de infecção. Os tecidos tradicionais acumulam micro-organismos e, quando o usuário entra em contato com essa superfície, é possível que se contamine. Isso não acontece com o tecido antiviral, pois ele desativa os organismos.

Produtos feitos com tecido antiviral

O tecido antiviral ainda é uma tecnologia recente, mas fundamental em um cenário de pandemia. Atualmente, é possível encontrar máscaras antivírus e peças de roupa, como camisetas. No entanto, já existem projetos para utilizar a propriedade antiviral em outros setores. Conheça alguns produtos.

Máscara antiviral

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A máscara se tornou um item essencial no dia a dia, já que aumenta a segurança ao sair de casa. As máscaras de pano evitam apenas a contaminação direta, pois o tecido funciona simplesmente como uma barreira. Diferentemente, o modelo antiviral protege de dois tipos de contaminação: a direta e a cruzada.

Então, no modelo tradicional, ou seja, de tecido simples, os micro-organismos se acumulam na superfície e se reproduzem — por isso, é necessário trocar o item frequentemente. A máscara antiviral da Insider desativa os vírus, inibindo seu poder de crescimento. Dessa forma, ela evita a contaminação cruzada — quando há contato com uma superfície contaminada.  

Essa capacidade de neutralizar o vírus permite a utilização da máscara antiviral durante todo o dia, sem necessidade de troca. Isso porque ela não se torna um meio de contaminação, como acontece nos modelos de pano.

Camiseta antiviral

A tecnologia presente na máscara contra vírus é a mesma utilizada nas roupas antivirais. A Insider criou uma t-shirt com essa funcionalidade, que oferece maior proteção. Ao utilizá-la, não é necessário se preocupar com a possibilidade de a roupa estar contaminada com o novo coronavírus ao voltar para casa.

Além de ser antiviral, a camiseta é uma roupa antibacteriana, impedindo a proliferação de bactérias causadoras do mau odor. Portanto, é possível utilizá-la por longos períodos e evitar um cheiro desagradável. A peça também conta com tecnologia termodinâmica que ajuda na regulação da temperatura corporal.

Outros produtos

Como o tecido antiviral apresenta uma funcionalidade essencial, já existem planos para que ele seja aplicado em diversos produtos. Peças esportivas e uniformes escolares são alguns exemplos.

O setor automotivo e os aeroportos também devem se beneficiar da tecnologia. Os automóveis podem se tornar uma fonte de contaminação, se existirem vírus e bactérias no tecido dos bancos, por exemplo. Já os aeroportos contam com grande circulação de pessoas, o que também aumenta as chances de ser um ambiente infeccioso.

Eficácia comprovada

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi responsável pelos testes que afirmaram a eficácia da tecnologia usada nos produtos da Insider. A máscara e a camiseta apresentam redução de 99,9% das cepas testadas — eficácia que se aplica ao novo coronavírus. Os testes foram realizados seguindo a norma ISO 18184.